O traslado do corpo está incluso no processo de assistência funeral no RJ e segue após o falecimento de alguém. Esse transporte é realizado por uma empresa especializada por meio de um carro funerário. Ainda não sabe direito o que é e como surgiu esse veículo especial? Neste artigo nós esclarecemos essas questões. Boa leitura!
Quando há a morte de alguém, é necessário mover o corpo do falecido. Afinal, ele precisará ser enterrado ou cremado. O carro funerário ou rabecão, como também é conhecido no Brasil, é o veículo adaptado criado para a realização do transporte do morto. Ou seja, sua função é auxiliar no traslado funerário.
Segundo as normas, para se enquadrar na categoria “carro funerário”, o veículo precisa passar por algumas modificações. Por exemplo: instalação da mesa funerária, cinto para amarrar o caixão, cabine isolada para o corpo, entre outras. Assim, poderá garantir maior segurança e conservação da saúde do motorista.
Sob o ponto de vista de algumas culturas e religiões, a cerimônia do sepultamento é considerada extremamente importante. Nesses casos, o carro funerário chega a ser considerado um veículo de luxo. Afinal, este encaminha o corpo de um ente querido de alguém para um momento de paz e descanso.
Em situações que o morto é velado em lugar e enterrado em outro, por exemplo, existe o ritual de os outros carros seguirem o veículo fúnebre. Esse, então, se torna um símbolo marcante durante a despedida.
O carro funerário é necessário em diferentes situações. Isso porque ele é um dos poucos meios de transporte onde pode-se mover cadáveres. O veículo pode ser requisitado para:
Os primeiros registros de veículos fúnebres no mundo datam o início do século XX, entre os anos de 1901 e 1907. O responsável pela invenção foi H. D. Ludlow, dono de uma casa funerária nos Estados Unidos. Ao observar a necessidade de um carro adaptado para o transporte de corpos, o americano encomendou o primeiro transporte fúnebre. Esse foi montado em um chassi de ônibus.
No entanto, a invenção ainda era considerada cara. Por essa razão, outros proprietários de funerárias continuaram a utilizar bois e cavalos para auxiliar no transporte. Foi apenas em 1920 que os carros fúnebres começaram a ser utilizados de forma mais ampla.
No Brasil, esse veículo adaptado demorou a chegar. Foi apenas com a fabricação do Chevrolet Caravan, na década de 1970, que o transporte fúnebre chegou ao país. Por ainda ser considerado um luxo, os mais pobres continuaram carregando os corpos de forma tradicional, com redes, carroças, carruagens ou a pé.
A Central Cemitérios é uma assistência funeral do RJ. Além de possuirmos parceria com diversos cemitérios no Rio de Janeiro, oferecemos auxílio completo e suporte de uma equipe atenciosa e dedicada 24h. Precisa de ajuda? Entre em contato conosco e garanta o melhor serviço funerário!
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