A putrefação e decomposição são dois processos importantes que ocorrem após a morte de um organismo. Ambos desempenham um papel crucial na ciência forense, ajudando a determinar o tempo desde a morte, a causa do óbito e outros aspectos importantes. Neste artigo, nós da Central Cemitérios, exploraremos detalhadamente as diferenças entre putrefação e decomposição, bem como os estágios da putrefação que ocorrem durante esse processo. Entender esses processos é essencial para peritos, investigadores criminais e outros profissionais que lidam com a análise de cenas de crime e restos mortais. Saiba mais sobre o tema!
A putrefação é um processo específico que ocorre durante a decomposição do corpo humano. Ela se inicia quando os microrganismos anaeróbios, ou seja, que vivem na ausência de oxigênio, começam a quebrar os tecidos do corpo. Isso resulta na liberação de gases, como o sulfeto de hidrogênio, que é responsável pelo odor característico associado à putrefação. Além disso, a putrefação pode causar mudanças na coloração da pele e no tecido, tornando-os verdes ou acinzentados.
A decomposição, por sua vez, é um processo mais amplo que engloba diversas etapas. Ela começa imediatamente após a morte e envolve a quebra gradual dos tecidos do corpo. Diferentemente da putrefação, a decomposição pode ocorrer tanto na presença quanto na ausência de oxigênio, o que a torna um processo mais abrangente. A decomposição também inclui estágios como a autólise, onde as enzimas das próprias células começam a digerir os tecidos, e a coliquação, em que os tecidos se liquefazem. Nesse sentido, você conseguiu compreender a diferença entre a putrefação e decomposição?
Os estágios iniciais da putrefação geralmente começam dentro de algumas horas após a morte e podem variar de acordo com a temperatura ambiente e outros fatores. Nesse período, ocorre a liberação dos primeiros gases e o início da descoloração dos tecidos. É comum que o abdômen se distenda devido à acumulação de gases, dando origem ao que é conhecido como “abdômen meteorizado”.
Conforme a putrefação progride, os tecidos continuam a se decompor, resultando em um cenário mais complexo e desafiador para a investigação forense. A pele e os músculos podem se descolar dos ossos e o esqueleto começa a ficar exposto. A identificação de restos mortais nesse estágio requer um alto grau de perícia, pois a putrefação pode dificultar a determinação das circunstâncias da morte.
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