Óbito

Repatriação de corpo: como funciona o traslado de falecidos?

A perda de um ente querido fora do país traz não apenas a dor da saudade, mas também desafios burocráticos e logísticos. Em vista disso, a repatriação de corpo é o processo que permite trazer o falecido de volta ao Brasil com dignidade. Neste artigo, explicamos como o translado funciona, os documentos exigidos e o que mudou com o novo decreto presidencial. 

Continue a leitura para entender melhor sobre a repatriação de corpo e saiba como contar com apoio especializado no Rio de Janeiro.

O que é repatriação de corpo?

A repatriação de corpo é o traslado internacional de um falecido do país de óbito até o Brasil ou o seu país de origem. O processo envolve diversas exigências legais, como:

  • certidão de óbito do país onde aconteceu o falecimento;
  • passaporte do falecido;
  • autorização consular para o translado;
  • certificado de embalsamento (obrigatório para transporte internacional);
  • transcrição da certidão de óbito;
  • documentos de identificação do responsável solicitante.

Como funciona o traslado internacional?

Existem duas maneiras de realizar o translado, de forma particular ou solicitação de repatriação no consulado.

Forma particular

Quando a família tem condições financeiras de contratar uma funerária internacional ou quando o ente querido faz um seguro de vida que cobre o translado e custos funerários, desde a liberação no exterior até a chegada ao Brasil. 

Solicitação da repatriação de corpo ao consulado 

Famílias em vulnerabilidade, que não possuem condições de realizar o pagamento, podem solicitar ajuda ao Ministério das Relações Exteriores. Assim, o Ministério irá avaliar o caso, com base no decreto n° 12.535, publicado em junho de 2025. Em situações específicas, o governo pode custear o translado.

O que mudou com o decreto n° 12.535?

O decreto estabelece que o governo federal pode custear o translado de brasileiros falecidos no exterior quando houver vulnerabilidade social, comoção pública e houver disponibilidade orçamentária e financeira.

Esse decreto foi motivado pela comoção pública em torno do caso da Juliana Marins, jovem brasileira que faleceu na Ásia.  Já que, sua família, sem condições financeiras para fazer a repatriação de corpo, enfrentou dificuldades, o que gerou ampla comoção no país.

O que fazer ao receber o corpo no Brasil?

A repatriação de corpo termina quando o falecido chega ao país, mas ainda há providências importantes a serem tomadas. Se você está no Rio de Janeiro, a Central Cemitérios  oferece:

  • auxílio com a documentação nacional para seguir com o sepultamento, cremação e os demais trâmites necessários;
  • ornamentação da capela e envio de coroas de flores;
  • mestre de cerimônias para conduzir o velório com respeito e acolhimento.

Em vista disso, embora a Central Cemitérios não atue com o translado, ela está pronta para cuidar de todos os trâmites e detalhes no território nacional.

Conte com assistência funerária da Central Cemitérios!

A repatriação de corpo é um processo complexo, que exige atenção às exigências legais e emocionais envolvidas. Se você precisa de apoio ao receber o corpo do seu ente querido no Brasil, conte com a Central Cemitérios para lidar com o sepultamento nos cemitérios do Rio de Janeiro, com respeito, agilidade e acolhimento.

Entre em contato com nossa equipe e veja como podemos ajudar nesse momento delicado.

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