Quando estamos diante de um falecimento, muitos termos novos aparecem: biópsia, sepultamento, verificação de óbito, entre outros. Uma curiosidade comum é sobre o tratamento do corpo de um ente falecido. Para isso, a Central Cemitérios explicou alguns processos de conservação de corpos neste artigo. Confira!
Para preservar um corpo após o falecimento, existem diversas técnicas. A modernidade trouxe muitas facilidades nessa área, mas ainda se busca respeitar as crenças do falecido. As principais formas de conservação de corpos incluem:
A tanatopraxia é uma técnica de preparação de corpos que possibilita que o cadáver permaneça em boas condições por um período necessário ao velório. Em outras palavras, acaba atrasando o tempo de decomposição. Mesmo em um período prolongado, para transporte terrestre por curtas distâncias ou deslocamentos regionais.
Adotada no Brasil há aproximadamente uma década, passou a ser um serviço essencial dentro da moderna empresa funerária. O procedimento começa pela aspiração, através de uma bomba, dos líquidos e semi-sólidos do corpo. Depois, é feita a injeção do tanatofluido arterial, que entra pelas artérias, penetra nos tecidos e retarda a decomposição. Isso garantirá a conservação de corpos.
O trabalho de preparação do corpo leva aproximadamente 2h. A composição e a concentração do tanatofluido podem variar de acordo com o estágio de decomposição e com o período que o corpo deverá permanecer conservado.
O embalsamamento é uma técnica de preparação de corpos que possibilita evitar o processo de decomposição além de sete dias. Além disso, permite preparar corpos já em adiantado estado de decomposição e ainda fazer traslados internacionais.
Diferente da tanatopraxia, no embalsamamento é realizada a abertura das cavidades torácica e abdominal com retirada de vísceras, colocação das mesas em sacos apropriados e imersas em líquido conservante.
As cavidades torácica e abdominal, uma vez vazias e limpas, devem ser preenchidas com serragem, que será embebida na solução ou fluido apropriado. A incisão não deixa a pele sobreposta.
Estes tratamentos asseguram que o corpo não apresente quaisquer alterações durante o velório ou traslados. Lembrando que a técnica de embalsamamento exige supervisão médica e autenticação do procedimento por meio de documento (ata de embalsamamento), assinado por médico-legista.
Usar serviço de ar-condicionamento ou câmara fria na preservação de cadáveres também é uma opção. Esta ajuda na conservação de corpos não identificados ou que estejam aguardando liberação. São mais comuns para casos envolvendo mortes violentas ou por crimes. Contudo, também é usado para a remoção para necropsia ou enterro respeitoso, seja mediante a cremação ou outro método.
Um necrotério público, um hospital ou ainda uma casa funerária são os locais onde a Câmara fria para cadáveres é utilizada. Legalmente, o IML precisa manter por 30 dias os cadáveres não identificados para que as famílias tenham oportunidade de procurá-los. Para aumentar a chance de uma despedida digna. É realizada uma medição diária na temperatura das câmaras frias para que qualquer problema seja diagnosticado com antecedência. A temperatura varia de 0ºC a 2ºC.
Está em busca de ajuda após o falecimento de um ente querido? A Central Cemitérios está à disposição! Somos uma funerária especializada em assistir na contatação de cemitério no Rio de Janeiro para locação de capela, também auxiliamos na ornamentação e com as burocracias desse processo. Entre em contato!
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